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Giro do dia — 7 de agosto

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A quinta-feira fechou com o milho sentindo a pressão de um novo relatório de vendas do USDA em Chicago, mesmo com a exportação brasileira de julho batendo recorde. No Sul, um ciclone-bomba trouxe vento acima de 90 km/h bem na hora em que a safra de trigo já mostrava sinal de queda. Na pecuária, o boi também deu as caras: analistas já falam em arroba a R$ 400 lá na frente. Trazemos as cotações completas do dia lá embaixo, e tem um dado sobre como cotar insumo que vale a leitura.

Compare Preços

Cote pelo menos três antes de fechar

O mesmo 2,4-D pode custar até 36% a mais dependendo de quem vende. Na safra 25/26, dez formuladoras de genérico venderam a mesma formulação 806 g/L: a mais barata saiu a R$ 19,12 por litro na mediana, e a mais cara chegou a 36,2% acima disso. Mesmo princípio ativo, mesma dose comercial, preço bem diferente.

A regra prática pra 26/27 cabe numa frase: cote pelo menos três fabricantes na formulação 806 g/L e pergunte a taxa embutida no prazo de pagamento antes de fechar. Sem essa referência, fica difícil saber se você está pagando bem ou pagando a média que puxa o preço lá em cima.

É exatamente isso que o Compare Preços do Aegro Insights mostra: o preço real do 2,4-D por região, tirado direto de nota fiscal, não de tabela sugerida por fornecedor. Você vê de que lado da média está antes de assinar o pedido, e negocia com dado na mão, não com achismo.

Destaques da Mídia

Clima ameaça trigo no Sul, milho exporta recorde em julho

Um ciclone-bomba avançou sobre o Rio Grande do Sul ontem, com rajadas de vento acima de 90 km/h e alerta da Defesa Civil pra região. O tempo mais fechado chega bem na hora em que a safra de trigo do Sul já mostra sinal de queda de produção. Quem tem trigo plantado por lá faz bem em acompanhar o boletim climático dos próximos dias antes de decidir qualquer coisa sobre colheita.

O milho sentiu a pressão de um novo relatório de vendas do USDA em Chicago ontem, mas o Brasil fechou julho com 1,9 milhão de toneladas exportadas, com expectativa de novo avanço em agosto. Quem vende no físico ainda encontra sustentação de preço, mesmo com o papel derrubando lá fora.

Na pecuária, a oferta de boi segue contida e a demanda cresce pro fim do ano: analistas já apontam arroba podendo chegar a R$ 400, com alta mais forte esperada a partir de outubro. Quem cria e ainda não fechou contrato de entrega futura ganha argumento pra esperar um pouco mais antes de vender.

O açúcar disparou mais de 2,8% em Nova York ontem, puxado pela quebra de 26% na produção brasileira de junho. Sinal de que a entressafra do Centro-Sul segue mexendo com o mercado internacional, mesmo pra quem não lida direto com cana.

Você Sabia?

Apropriação de custo agora é no celular

Lançar uma despesa no meio da lavoura e só depois lembrar de apropriar pra safra certa, lá no escritório, sempre foi um passo a mais. Isso mudou.

No Aegro Negócios, a apropriação de custo voltou pro aplicativo: no momento do lançamento, você já aponta a despesa pra safra, pra máquina ou usa direto um rateio salvo, sem esperar chegar em casa pra organizar.

Funciona em Android e iOS. Menos retrabalho de escritório, menos risco de esquecer de qual talhão ou safra saiu aquele gasto.

Minuto Reforma

Aegro já está atualizado pra reforma

No Aegro, os campos de IBS e CBS são preenchidos automaticamente, conforme a NT 2025.002-RTC.

O sistema lê o NCM do produto, aplica o desconto de 60% e classifica o tributário (cClassTrib) sozinho.

A validação passa direto pelo portal SEFAZ Conformidade Fácil.

Você configura uma vez (Contribuinte ou Não contribuinte) e segue emitindo normal.

Destaques Soja e Milho

Destaques Soja e Milho

Milho

O milho sentiu a pressão de um novo relatório de vendas do USDA em Chicago nesta quinta, mas o dado que importa pro produtor brasileiro é outro: julho fechou com 1,9 milhão de toneladas exportadas, e a expectativa é de agosto ainda mais forte. No mercado interno, o CEPEA/ESALQ recuou 0,48% na quarta, a R$ 64,86 por saca. No físico, Campinas negociou a R$ 65,00 (-0,76%), Paranaguá manteve R$ 68,00 e Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, ficou em R$ 60,00. Quem vende no físico sente menos a pressão de Chicago do que o papel sugere, porque o recorde de exportação segura a demanda por dentro. Pra quem tem milho pra entregar ainda este mês, o spread entre Paranaguá e o interior segue valendo o frete até o porto.

Soja

A soja seguiu o caminho oposto: CEPEA/ESALQ subiu 0,55% na quarta, a R$ 144,91 por saca, com Rio Grande pagando R$ 149,00 e Paranaguá R$ 148,00 no físico. Sem notícia nova que puxe o grão pra um lado ou outro, o movimento de hoje é mais acomodação de preço do que tendência.

Entre os dois, o milho é quem tem argumento concreto essa semana: o recorde de exportação dá munição pra negociar, enquanto quem segura soja só tem motivo pra esperar mais alguns dias.

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Dados agregados e anonimizados · Atualizados em 16/08/2026